VIBE IN PUBLIC_

Vibe coding para o crítico só barrar defeito e não julgar capa bonita

No Autocut, o crítico Sonnet 5 vision barra 7 defeitos e regenera abaixo de 5. Capa limpa e sem graça passa. LLM estético infla 15 centavos.

No Autocut, o crítico visual da capa é Sonnet 5 vision. Ele audita a imagem com um checklist de 7 defeitos técnicos e só regenera se a nota fica menor que 5 ou se entra defeito grave. Thiago estava no módulo do carrossel quando o agente abriu o prompt e descreveu o efeito: capa tecnicamente limpa, porém sem graça, genérica, mal composta, passa de primeira.

O vibe coding para o crítico só barrar defeito e não julgar capa bonita é essa recusa: o modelo audita defeito e o Thiago fica com o gosto. Cada capa reprovada queima 15 centavos, e critério estético no crítico inflaria essa conta.

O crítico visual audita 7 defeitos e regenera abaixo de 5

Thiago editava o Autocut quando o agente abriu a pilha de inteligência da capa. A capa saía boa, mas não ótima. O agente localizou o buraco no crítico visual, Sonnet 5 vision, no fim da cadeia. O crítico recebe a imagem gerada e passa um checklist de 7 defeitos técnicos. Os nomes nítidos na fala são texto na imagem, letterbox, colagem, pessoa errada, zona poluída e anatomia.

Quando o crítico reprova, o sistema regenera a capa com um prompt de correção. Defeitos graves que se repetem viram proibição preventiva no turno seguinte. Só a rejeição técnica do crítico entra nessa lista. A rejeição estética do Thiago permanece invisível para o sistema.

O agente leu o prompt do crítico. A instrução pede generosidade: a maioria das cenas boas deve ser aprovada, e o modelo não reprova só por zona poluída ou texto pequeno. Com essa regra, a regeneração só dispara se a nota fica menor que 5 ou se houver defeito grave.

Capa limpa e sem graça passa de primeira

O agente apontou o teto desse filtro. Capa tecnicamente limpa e sem graça passa de primeira. O crítico, no diagnóstico do agente, jamais vai dizer que a composição não tem o impacto de uma capa de revista. Esse julgamento estético fica com o Thiago.

O agente descreveu o crítico como um gate de defeitos. Também listou, além dos 7 defeitos, um eixo de impacto e respiro para o texto, e chegou a dizer que isso separaria passar no checklist de ter cara de capa de revista. Na hora de recomendar, o agente tirou essa alavanca da lista.

Thiago foi no material de marca:

alimento com material de marca, tá?

Paleta e campos da marca ficam em identidade visual Instagram.

Thiago pergunta a recomendação e o agente recusa o eixo estético

Thiago perguntou:

Qual que é a sua recomendação?

O agente voltou depois, no módulo do carrossel, e disse o que não recomenda: critério estético automático no crítico. Um LLM julgar se a composição é impactante é pouco confiável e inflaria regeneração. O julgamento de ótimo, no texto do agente, fica com o Thiago. O sistema só precisa parar de desperdiçar roladas até entregar material melhor para ele jogar. Cada capa que o crítico recusar por gosto queima 15 centavos.

Thiago mandou executar as alavancas que o agente priorizou:

Olha, se você recomenda A1 e A2, vamos executar elas. Se você acha que vai valer muito a pena fazer isso, vamos executar.

O eixo estético no crítico ficou de fora. Na mesma live está refinar o briefing em vez de rerrolar.

O QUE O CRÍTICO FAZ

Juiz de revista

LLM julga impacto. Infla regeneração a 15 centavos

Gate de defeito

7 defeitos, nota menor que 5. O julgamento de ótimo fica com você

No vibe coding da capa, o crítico só barra defeito

No vibe coding de uma capa gerada por modelo, deixe no crítico os 7 defeitos técnicos e a nota menor que 5. Abra o prompt do crítico. Se houver eixo de impacto ou pedido de capa de revista, tire. Se a composição sair limpa e sem graça, quem recusa é você. O modelo segue para a próxima imagem.

Dá para assistir à live e ouvir o agente recusar o eixo estético depois de Thiago pedir a recomendação.