VIBE IN PUBLIC_

Vibe coding para adaptar um design pronto em vez de pedir um site do zero: dá imagem e animação

Não peça faz um site aí. Caio pega um design da internet, pede para adaptar, entrega imagem e animação. Colher na mão rende mais que do zero.

Caio estava no chat, no começo da live, e descreveu o pedido que ele faz para um squad de site. Pega um design da internet, pede para o agente entender como funciona e adaptar, e entrega detalhe, imagem e animação. A colher na mão, na fala dele, entrega um trabalho melhor do que mandar o time fazer tudo do zero.

O vibe coding para adaptar um design pronto em vez de pedir um site do zero é o pedido que ele descreve no chat: design da internet, entender, adaptar. Ele descreveu o método sem rodar o squad neste recorte. Ele está no chat, defendendo o método para quem pede site ao agente. O recorte é o começo da live, o papo de design antes da demo do app, e nesta hora nenhum site sobe na tela enquanto ele explica como pede site.

Tem um squad pronto e o pedido vira "faz um site aí"

Ele compara o agente a um squad pronto para fazer um site, e o que ele cobra é o pedido.

você vai lá e só fala: "Ah, faz um site aí". Pô, ele não vai fazer algo tão incrível assim, pô.

Só mandar fazer um site, no recorte dele, não sai algo tão incrível. Ele põe a voz do cliente no "Ah, faz um site aí" e responde na hora. Ele descreve o cliente indo até o squad e falando só aquilo. O "faz um site aí", neste exemplo, é o pedido inteiro que o cliente leva ao time. A analogia segura o resto do recorte: o agente ocupa o lugar desse squad, e o briefing ainda precisa chegar.

No mesmo papo ele lembra que às vezes tem site que dá bagulho de graça, você só baixa. Tem um squad pronto para fazer um site. O "você só baixa" é a origem do design neste papo. O material vem de um site que dá de graça, e o trabalho que ele descreve é pegar isso e colocar na mão do agente. O design de referência, nesta fala, vem da internet e entra no pedido.

No vibe coding, o briefing que ele descreve começa no design baixado.

Vibe coding para adaptar um design pronto em vez de pedir um site do zero

Pede para ele entender como funciona e ele adapta. Velho, tem skill para issos.

São 2 verbos no mesmo recado: entender como o design funciona, e adaptar. Entender vem antes de adaptar. A skill fica sem nome e o arquivo não passa na tela. Ele conta para o chat que a skill existe para esse par. O "issos" fica na boca dele.

se você já d colher, colher ali para ele, mano, ele entrega um trabalho muito melhor do que você fazer para ele fazer, tipo, tudo do zero, tá ligado?

A colher, no vocabulário dele, é esse design, o detalhe e o que você quer ver na tela. O outro lado da mesma fala é "você fazer para ele fazer, tipo, tudo do zero". Ele compara os 2 briefings no mesmo fôlego. Fazer para ele fazer o site inteiro, sem referência na mão, é o briefing que ele põe do lado pior. O "d colher, colher" sai repetido no meio da frase. O zero, nesta fala, é fazer o time construir sem o design na mão.

A COLHER

Faz um site aí

Sem referência na mão. Não sai algo tão incrível

Design + imagens + animação

Entender, adaptar e entregar o que você quer ver na tela

O recorte do app nessa live, depois deste papo de design, está em não deixar a IA inventar lead.

Entregue imagem e o que você quer de animação

Dá os detalhes, entregue imagens, entrega o que você quer, animação.

A fala junta 4 peças no mesmo pedido, nesta ordem: detalhes, imagens, o que você quer, animação. Os verbos são dá e entregue. O design da internet entra como referência, e imagem e animação entram no mesmo recado.

Amanhã, se você for pedir um site a um squad, baixe um design de referência e ponha no mesmo pedido as imagens e a animação que você quer ver.

Dá para assistir à live e ouvir o "tem skill para issos" e o "d colher, colher" no começo do papo.