Vibe coding para não deixar a IA inventar lead: no começo saía lead falso
No começo a IA criava lead que não existe. Na demo de arquitetura em Belo Horizonte o site abriu no Firefox. Lead só vale se o cadastro abre de verdade.
A IA de um app de captura pode inventar lead. No começo do produto, Caio pegava cadastro que não existia: o modelo criava a linha e ainda abria alguma coisa no fluxo. Na demo de arquitetura em Belo Horizonte ele captou e abriu o site real no Firefox. A lição está nessa sequência. O lead só vale se o site, ou o cadastro, abre de verdade.
Ele lembrou o bug depois de captar, com o site já na tela:
No começo eu tava tendo bugs que ele tava criando eh leads que não existem, tá ligado?
No começo o app criava lead que não existe
A fala segue na mesma respiração e nomeia o efeito, sem volume e sem descrever a tela:
E ficava criando leads falsas.
O gesto que vinha junto também fica na fala:
Ele abria até um bagulho ali, mano.
O "bagulho" fica sem nome na live. Inventar o que era vira um passo de produto que ele não deu. O lastro é o começo com lead que não existe e o bagulho sem nome. Caio fala do bug no passado, como coisa do início. O bug fica no passado da fala dele. O presente da live é o site aberto.
A demo em Belo Horizonte abre um site real
O recorte da demonstração começa pelo nicho que ele dita:
Arquitetura Minas Gerais, Belo Horizonte.
Depois da fala do nicho ele captura e abre o site no Firefox, o da Uta bio arquitetura. A página sobe com um escritório do outro lado do clique. Com a página no ar ele lembra o bug do começo: o lead que não existe, os leads falsos, o bagulho sem nome. A memória entra com o site já no Firefox. Ele conta o começo e segue no captado de agora.
No início saía lead que não existe. Agora um captado responde no navegador. Ele volta ao site para olhar se o material da página é IA. O captado daquela hora tem um endereço que o Firefox consegue carregar. A página sobe e ele ainda lê o que está lá, para julgar se o texto parece gerado. Abrir e ler vêm depois da captura. Ele fica com o escritório que abriu. O bug do começo entra como memória por cima de uma página que carregou. A live deixa os 2 no mesmo fluxo: o lead inventado do início e o site de arquitetura em Belo Horizonte que o Firefox trouxe. Isso aparece também em review de produto.
COMEÇO E DEMO
No começo
O modelo criava lead que não existe
Na demo
O Firefox abre o site real
No vibe coding de captura o lead precisa abrir
O vibe coding para não deixar a IA inventar lead, nesta live, é abrir no Firefox o que o modelo acabou de captar. O modelo preenche a lista e ele abre o destino no Firefox, o site de arquitetura em Belo Horizonte.
No vibe coding de um app de captura, a linha na tela é rascunho até o destino responder. A IA completa formulário com cara de dado. O começo do app mostrou o custo do lead que não existe. A demo de Belo Horizonte mostrou o gesto da hora: captar e abrir o site real.
A linha que o modelo devolve tem cara de cadastro. Sem o clique no destino, essa cara basta para a linha entrar na lista. O começo do app do Caio já tinha esse custo. O lead daquela hora depende do que o navegador carregou. O mesmo problema apareceu em vibe coding para importar produto por sitemap ou planilha.
O passo depois da linha é o navegador
Amanhã, no fluxo de captura que nascer de um prompt, o passo depois da linha na tela é abrir o site no navegador, como ele faz no Firefox depois de captar arquitetura em Belo Horizonte. Se a página carregar, ainda resta ler o que está lá. O começo do app do Caio falhou nesse ponto e ele mesmo conta. Na demo o Firefox carregou o site da Uta bio arquitetura. Ele não marca o bug do começo como resolvido. Volta para a página captada e segue a inspeção.
O outro recorte dessa live do mesmo app ficou no empty state da tela de campanhas.
Quem quiser ouvir o "eh leads" e o "bagulho ali" pode assistir à live.