WordPress local: XAMPP, HTTPS e o dump antes do vibe coding
XAMPP deu problema, HTTPS não abriu e o dump sem replace aponta para o site principal. Emanuel fez o WordPress local antes do vibe coding.
O XAMPP (Champ, no áudio) tava dando muito problema, então Emanuel subiu o WordPress local no Laragon. A página ainda não abriu: o endereço estava em HTTPS. E o dump, se colasse sem replace de URL, apontava o teste para o site principal. Na pasta HTDOCS ele tinha 30 projetos. O recorte desta sessão era deixar um WordPress local no ar para refazer o site (portal + /membros) na máquina dele.
Se o local ainda tiver a URL de produção, o próximo prompt herda o endereço errado.
XAMPP deu problema e o Laragon ficou na sessão
Ele abriu o painel e nomeou o que estava rodando:
"E aí aqui, ó, é o Laragon. Eu uso lá, mas eu gosto mais do Champ. Só que o Champ tava dando muito problema, muito problema."
Champ, no áudio, é XAMPP. Na sessão ficou o Laragon, o Apache e a pasta HTDOCS. Criou um banco chamado `backup`, instalou o WordPress e puxou o dump. Tinha 30 projetos locais que ele quer melhorar, e o que estava na frente era deixar um deles respondendo em local.
HTTPS não abre o WordPress local
A página local não carregou. Ele achou o motivo na hora:
"Ah, eu já sei. É porque tá dando https. Agora vai de 1 S."
Ele tirou o S. "1 S" na fala é HTTP, sem o S do HTTPS, e com HTTP o WordPress local respondeu. O Laragon já estava no ar; o que travava era o protocolo no endereço.
O dump sem replace aponta para o site principal
Com o HTTP respondendo, ainda faltava o banco. Ele descreveu o truque antes de colar o arquivo, e avisou que o import demora um pouco:
"Aí agora tem o truque, né? Qual que é o truque? É o seguinte, tem um truquezinho que a gente faz que a gente joga esse banco aqui, ele vai demorar um pouquinho para entrar e a gente troca o endereço porque senão vai ir pro site principal. Então, a gente coloca aqui, ó, tudo que for isso daqui aí, control H, vai ser isso daqui sem um barra. E a gente dá um replace all."
No dump ele faz Ctrl+H e replace all: a URL de produção vira a URL local, sem a barra no fim. Sem essa troca, o WordPress local aponta para o domínio de verdade.
O DUMP
Sem replace
O WordPress local aponta para o site principal
Ctrl+H replace all
A URL de produção vira a URL local, sem a barra no fim
Ele compactou em gzip e restaurou. O banco ficou por 7,5. Na hora dos plugins a conta saiu torta: "São são 20. São 6." Selecionou 6 plugins. O site ainda não voltou. O arquivo ainda se chamava original. Ele acertou o nome, e o WordPress local abriu, ainda antes do próximo prompt.
O WordPress local chato vem antes do vibe coding
No fechamento ele falou da ordem:
"tem processos que são bem chatinhos, que é para ser feito até um pouco antes, porque são processos que quando a gente tá no vibe code tem detalhes que são eh literalmente muito chatinhos, muito técnicos"
Levantar o WordPress local com a URL já trocada é o recorte de vibe coding desta sessão. O builder só pede código depois que o local responde.
Antes de abrir o chat, o WordPress local precisa responder em HTTP, com o dump já passado no Ctrl+H (URL de produção pela local, sem a barra no fim) e com os 6 plugins que realmente entram. Se o XAMPP estiver dando problema, troque de stack na hora, como ele fez com o Laragon. Só depois o vibe coding tem um site para editar.
A gravação desta sessão mostra o Champ virar Laragon, o "1 S" no endereço e o replace all que impede o dump de ir ao site principal.