Vício em IA: 3 meses rato de laboratório, banho, comida, computador
Vício em IA no vibe coding: Emanuel Limeira ficou 3 meses (fevereiro, março, abril) no ciclo banho, comida, computador, porque criar ficou instantâneo.
Quem busca vício em IA quer o que acontece quando criar fica instantâneo. Eu ouvi Emanuel Limeira chamar isso de armadilha: criar é gostosinho, dopaminérgico, e a pessoa fica indiscriminadamente igual um rato de laboratório.
Na boca dele: armadilha, dopaminérgico, rato de laboratório. O caso que prova a busca são 3 meses dentro de casa, fevereiro, março e abril, no ciclo que ele listou: tomava banho, comia, o computador, dava uma volta, ia no supermercado, voltava.
Porém, tem uma armadilha
A fala da armadilha veio depois da página em construção no ar. Ele ainda está no computador depois de criar. A ordem da fala é esta: IA que roda no computador, desenvolvimento de novas soluções, e o porém.
Antes de nomear a armadilha, ele separa o tipo de IA: não a generativa que você abre no chat, o ChatGPT, e sim a que roda no computador. A IA desta fala é essa, a que ele estava usando para criar.
Porém, tem uma armadilha. E a maior armadilha de você ficar criando, porque é tão gostosinho, é tão maravilhoso você criar, é tão dopaminérgico você criar que você fica aqui indiscriminadamente igual um rato de laboratório, entendeu?
Ele fecha com "o mais bad, a maior bad. É essa." Quem assiste nessa hora ouve o nome da armadilha no mesmo tom em que ele vinha construindo. Indiscriminadamente, na fala, é ficar criando sem parar.
3 meses em casa: banho, comida, computador
Ele coloca os meses e o dia:
Eu fiquei 3 meses, fevereiro, março, abril, dentro de casa, 3 meses, tomava banho, comia, o computador, tomava banho, comia, dava uma volta, ia no supermercado, voltava.
Ele lista os meses, interrompe, corrige. Ficam fevereiro, março e abril, dentro de casa. Ele diz 3 meses 2 vezes na mesma fala, como diz tomava banho 2 vezes. O computador fica no meio da frase, sem verbo próprio: "comia, o computador".
O recorte dele é doméstico, dentro de casa. Banho e comida voltam na mesma frase; o supermercado é a volta que ele nomeia. Fevereiro, março, abril.
No vibe coding, o que era manual ficou instantâneo
Ele pergunta: e por que isso?
para eu fazer isso, ir lá, fazer toda essa parada, limpar, tarará, era manual. E agora eu consigo fazer isso de forma muito rápida, muito instantânea.
A causa, na ordem da fala, é a IA. Ir lá, fazer a parada toda, limpar: era manual. Agora, muito rápido, muito instantâneo. Por muito tempo ele tinha todo esse trabalho de fazer. Hoje, na fala dele:
E hoje num prompt você faz, num prompt você faz, entendeu?
No vibe coding a IA que roda no computador tira o manual do caminho. Com essa velocidade, criar virou o dia: fevereiro, março, abril.
A CAUSA
Era manual
Ir lá, fazer a parada toda, limpar
Num prompt
Muito rápido, muito instantâneo
Ele volta ao que quer:
E é isso que eu quero, criar novas soluções, entender que por muito tempo eu tinha todo esse trabalho de fazer.
A armadilha, na fala dele, é ficar criando indiscriminadamente. A página no ar é desta live. Os 3 meses são o caso que ele conta em seguida, quando criar já estava instantâneo.
O rato de laboratório no dia seguinte
Amanhã, se o dia virar aquele ciclo, a causa está na fala: era manual, agora é instantâneo, num prompt você faz. Criar novas soluções continua o que ele quer; ficar criando indiscriminadamente é a armadilha. No vibe coding, a velocidade do prompt é o que prende os 3 meses. A busca vício em IA pede um nome para esse loop; a live entrega armadilha, dopaminérgico, rato de laboratório, e o caso de fevereiro, março, abril. Se o trabalho de ir lá, limpar, a parada toda, já virou prompt, o dia pode virar o ciclo. Fevereiro, março, abril foram isso na casa dele.
Dá para assistir à live e ouvir a armadilha no ponto em que ele conta os 3 meses, fevereiro, março, abril, no ciclo de casa. São 86 minutos de fita.