VIBE IN PUBLIC_

Vibe coding para o subagente não compactar o contexto do pai: o rastro fica no filho

Gemini no T2 gastou 600k de entrada e 182 de saída e compactou antes de pensar. Depois a doc: se rodasse no pai, aquele Gemini já teria compactado umas 5 vezes.

ia.de.gabinete estava no meio da bateria de testes quando o Gemini, no pane de teste do T2, estourou a janela. Gastou 600k de token de entrada e 182 de saída para entregar a tarefa, e compactou antes de pensar de novo.

Mais tarde, depois da bateria, leu a documentação de agentes: isolamento de histórico de cada subagente e um arquivo sidechain separado, sem aumentar o contexto pai. Apontou o Gemini da tela: se a execução inteira rodasse dentro do orquestrador, aquele Gemini já teria compactado umas 5 vezes. A lição que tirou é vibe coding para o subagente não compactar o contexto do pai: o subagente executa no próprio contexto, e o pai (orquestrador, agente principal) só recebe a resposta e os artefatos.

O Gemini no T2 compactou antes de pensar de novo

A bateria da live de 100 min tinha Sonet, Gemini e Luna. DeepSeek tinha saído; Fable 5 ficou de orquestrador e juiz. O recorte do benchmark de IA desta mesma live trata dos 8 a 10 defeitos plantados; o daqui é o Gemini no pane de teste do T2.

No T2, o número que ele leu na tela:

Questão do Geminio, ele gastou 600k de token de entrada e 182 de saída para entregar essa tarefa. Tes que T2. Beleza. Ele compactou vera. Ele gastou tanto de teve que compactar antes de pensar uma nova.

Na fala, "Geminio" é Gemini, "Tes que T2" é teste T2, "compactou vera" é compactou. 600k de entrada e 182 de saída encheram a janela no pane de teste da bateria, e o Gemini compactou antes de pensar uma nova.

Mais tarde ele leu o isolamento na documentação de agentes

Depois, fora da bateria, ele leu a regra em voz alta:

Agentes, isolamento de histórico de conversa de cada subage e um arquivo side change separado e não aumenta o contente pai.

Na fala, "subage" é subagente, "side change" é o arquivo sidechain, "contente pai" é o contexto pai.

Com o Gemini ainda na tela, descreveu o que acontece quando manda executar com outro agente:

porque quando eu mando ele executar uma tarefa com outro agente, toda essa execução aqui, todo esse contexto que fez é só nele, só tá mandando a resposta de volta e e os artefatos que ele produziu.

Ele explicou a regra apontando o Gemini que já tinha compactado no T2, sem ligar o subagente nesta live para contar compactações a menos.

No vibe coding, o pai compactaria umas 5 vezes

O orquestrador, o agente principal, recebe o recorte e escolhe o que entra no contexto geral:

E aí a partir disso aqui o oador ou agente principal vai ver o que que importa, o que que não importa dele adicionar no contexto geral. Então não fica sobrecarregando, porque se eu tivesse executando tudo aqui dentro dele mesmo, imagina esse o gemini aqui só já compactou umas cinco vezes, então foram muito contexto.

Na fala, "oador" é orquestrador. Se a execução inteira rodasse dentro do orquestrador, ele aponta o Gemini da tela: já compactou umas 5 vezes, foram muito contexto. No T2, o que ele leu foi 600k de entrada, 182 de saída, e compactar antes de pensar de novo.

COMPARAÇÃO

Se rodasse no orquestrador

Compactaria umas 5 vezes

Com vibe coding

Pai só recebe a resposta e os artefatos

Antes de lotar o pane do orquestrador

Amanhã, antes de mandar o orquestrador executar o lote inteiro no próprio pane, manda a tarefa para outro agente. O T2 que comeu 600k vai para outra sessão. Histórico e sidechain ficam no filho. O pai lê o que voltou e escolhe o que entra no contexto geral.

Quem quiser o momento em que ele lê o T2 e, mais tarde, traduz o isolamento pode assistir à live de 100 min. Mandar a tarefa para outro agente e devolver a resposta com os artefatos é o jeito do vibe coding quando o T2 já comeu 600k no pane de teste e compactou antes de pensar de novo.