Vibe coding para o PDF da marca ir inteiro como referência: A dor do trabalhador não é improviso
Job novo, cortes legais, início intacto. O agente não achou A dor do trabalhador no roteiro. O PDF da marca vai inteiro como referência.
1 job novo do Autocut cortou o miolo e deixou o começo. Thiago abriu o render e A dor do trabalhador ainda estava na abertura. O agente respondeu que essa frase não existe no roteiro.
O vibe coding para o PDF da marca ir inteiro como referência está nesse diagnóstico de envio. O PDF que a marca usa para gravar tem título e gancho antes do texto a ler. Se só o corpo entra de referência, o corte acha que o título é improviso e deixa no início.
O job novo deixou A dor do trabalhador no início
Os cortes ficaram legal. Agora o problema é outro.
O restante do recorte passou. O que ele isolou foi a abertura do vídeo.
o único problema que que eu tive nesse vídeo foi que ele não cortou o início, ele cortou só vídeo. Ele deveria ter cortado o vídeo a dor do trabalhador.
A dor do trabalhador é o título do PDF da marca. No vídeo gravado, a frase abriu a fala. O corte deveria ter removido essa abertura e não removeu.
O agente disse que isso não existe no roteiro
Thiago repetiu a resposta do agente e fechou o diagnóstico no que estava sendo enviado:
você falou que a dor do trabalhador não existe no roteiro. Eh, então eu acredito que esteja enviando só uma parte do roteiro.
O agente comparou o áudio com o pedaço de roteiro que tinha em mão. Sem o título no pacote, A dor do trabalhador não batia com o roteiro que o agente tinha, e o corte a manteve.
Ele abriu o PDF na tela da live:
Esse aqui é o PDF que o que a marca usa para gravar. E se você der uma olhada, existe no título a dor do trabalhador.
Thiago listou o que o envio deveria ter coberto:
deveria pegar tudo, a dor do trabalhador, cisão de cálculo, objetivo do vídeo, enfim.
Na mesma live ele já tinha outro recorte de corte no não cortar no fim do vad, e este aqui é a abertura do vídeo.
Vibe coding para o PDF da marca ir inteiro como referência
O PDF da marca traz bloco de apoio em cima do texto que o usuário deveria ler. Thiago descreveu o uso real:
são textos de apoio que o usuário utiliza para fazer a gravação e muitas vezes ele vai ler isso.
Quem grava lê o título em voz alta e depois entra no roteiro de fato. O corte que só conhece o roteiro de fato ouve o título e não tem onde encaixar.
é normal se aparecer em algum vídeo o usuário, por exemplo, nesse PDF, ele poderia ter lido tudo.
A regra que ele ditou no vibe coding deste job foi mandar o documento inteiro e classificar o que chegou:
pegar o documento inteiro que o que a marca usa, né, para gravar como apoio e separar o que que é roteiro de fato que ele deveria ler e o que que é os textos de apoio
O pedido seguinte é o uso no corte:
se o usuário falar alguma coisa que tá nesses textos de apoio, que não é o roteiro em si, eh, ele entender para cortar isso.
Ficam 2 camadas no mesmo arquivo. Roteiro de fato é o que a pessoa deveria ler. Texto de apoio é o título e o que ele apontou no PDF, a cisão de cálculo e o objetivo do vídeo. Se a pessoa falou o apoio, o corte reconhece a frase nessa camada e tira.
A REFERÊNCIA
Só o corpo
O corte acha que o título é improviso e deixa no início
Documento inteiro
O PDF da marca entra todo. Se o usuário ler o apoio, o corte tira
O pedido para na classificação: nesta sessão ele não implementou, e o job não saiu publicado com a correção.
Se o usuário ler o apoio, o corte precisa reconhecer
Amanhã, se o agente disser que o título do PDF não existe no roteiro, mande o arquivo inteiro que a marca usa para gravar e trate o apoio como fala que o corte também precisa tirar.
Dá para assistir à live e ouvir Thiago abrir o PDF e mostrar A dor do trabalhador no título.