Vibe coding para não vender a ferramenta da sua vantagem: empacote o treino
O MDA fica fora da loja. Danilix empacota o treino que já vendeu 6 a R$ 200 em assinatura de R$ 9,90, com curso de brinde cotado a R$ 2.000.
A ferramenta que ainda é beirada não vai à venda. Danilix olha o MDA de pôquer que Manuel está montando e corta: isso fica com quem criou. O treino entre amigos, Danilix empacota. Já saiu 6 vezes a R$ 200. No vibe coding, o artefato fica pronto cedo. Ele recusa pôr o macete na prateleira só porque o artefato já existe.
Manuel levou as 2 coisas para a mesma conversa. O MDA ainda era o foco, a parada visionária que ele estava montando. O treino ele tinha feito para si e oferecido aos amigos. Danilix separa na hora. Se o macete do MDA vira de todo mundo, o criador da parada toda perde o pedaço fino. O comprovante que ele quer empacotar é o do treino.
O MDA do vibe coding fica com quem montou
Mas então esse MDA que eu estou montando não é para vender.
Ele explica o custo para Manuel:
Porque aí você já vai botar a parada para rodar, Manuel. Aí de repente o negócio vira um macete ali, coisa e tal, todo mundo fazendo, todo mundo não sei o quê. Você vai botar dinheiro no seu bolso, vai. Só que você pode comer pelas beiradinha por um bom tempo, porque essa parada aí é visionária
Danilix admite o dinheiro no bolso e mesmo assim segura o MDA. A fala é para o criador da parada toda: se o MDA vira macete de praça, quem montou deixa de usufruir. Enquanto a parada é visionária, dá para comer pelas beiradas por um bom tempo, e ele fica com esse tempo.
O vibe coding antecipou o artefato. Danilix trava a venda da ferramenta e vira para o treino que já tem comprador.
O treino já vendeu 6 a R$ 200
Manuel solta o volume, com o sei lá no meio:
Eu vendi, eu vendi, não dá, vendi, sei lá, vendi seis desse aqui, R$ 200 cada um.
6 unidades, R$ 200 cada, para amigos. O MDA ainda estava na mesa, e o foco de Manuel continuava nele, então Danilix aponta qual dos 2 é o produto:
o MDA não. Tô falando desse do cara treinar aí que você vendeu para seus amigos.
Não, pô, você já tem um produto, pô. É só empacotar ele, pai. Eu já empacotei ele para você.
O produto do pacote é o treino. Manuel confirma o treino feito para si e oferecido aos amigos. Danilix trata o volume como dado: já saiu 6 vezes a R$ 200 no círculo, então existe produto. O formato ele já montou enquanto falava. Danilix entrega o pacote desenhado na conversa, sem pedir que o MDA vá à venda.
O treino que já vendeu vira assinatura de R$ 9,90
Danilix descreve o pacote em cima do treino. Você cria um curso ensinando a usar essa parada. O curso é de graça. Você grava a tela e dispensa aparecer. Quem entra paga R$ 9,90 por mês na assinatura.
A OFERTA
O MDA
Não vai à venda. Fica com quem criou
O treino
6 a R$ 200 vira assinatura de R$ 9,90
Na frase dele, adquirir o produto é entrar nessa assinatura. O curso vem junto, de graça:
Você vai falar pro cara, se você adquirir o produto, você ganha o curso que seria R$ 2.000
R$ 2.000 é o preço de vitrine do brinde. A live não registra ninguém comprando esse curso. A venda é a assinatura a R$ 9,90 por mês. O R$ 2.000 entra na frase de oferta para o mensal caber leve.
A produção que ele pede cabe numa sessão de tela. 4 microaulas, cada uma de 5 a 10 minutos, no teto uns 20 minutos. Parte esses 20 minutos em vídeos de 1 minuto e saem 20 conteúdos de divulgação da assinatura. Os 6 a R$ 200 foram venda avulsa entre amigos. O desenho novo é recorrência: R$ 9,90 por mês, com o curso de tela de brinde. Os cortes apontam para o treino empacotado, gravados da mesma tela do brinde.
Amanhã você abre o que já cobrou de amigo e empacota aquilo. A ferramenta que ainda é beirada fica fora da lista de ofertas.
A mesma live já deixou git para iniciantes e como um vibe coder usa QA na arquitetura para refatorar código.
Dá para assistir à live e ouvir o "não é para vender" do MDA colado no "eu já empacotei ele para você" do treino.