vibe coding para não deixar o teste proteger o corte errado: 14 passam, 1 falha
O teste que passa no original e falha na correção protege o corte errado. 14 passam, 1 falhou. Excluir só remoção deliberada. A validação final é auditiva.
O teste que passa no original e falha na correção está protegendo o corte errado. No Autocut, Thiago autorizou a mudança com "Vamos implementar sim." e o dump do agente devolveu 14 testes passando e 1 que falhou.
O agente quase declarou vitória nos 14. Antes de fechar o resultado, pediu a bateria inteira do Autocut e os outros caminhos.
14 passam, 1 falhou na raiz
14 testes passando. A correção não quebrou nada, mas antes de declarar a vitória, eu preciso rodar a suit completa do autocut e outros caminhos. Um teste falhou. Esse teste existe só na raiz.
Esse 1 teste existe só na raiz. A primeira leitura do dump diz que a mudança não o tinha afetado. O agente restaurou a correção para conferir. O output voltou cortado.
A correção foi restaurada. Output foi cortado de novo. Confirmado. O teste passa com o original e falha com a correção. Ou seja, a minha mudança quebrou o teste.
Quem escreveu que o teste passa com o original foi o dump do agente. A asserção, no código antigo, marcava o corte original como certo. A correção que guardava a cauda deixava o mesmo teste vermelho.
O TESTE
Original
Teste verde. O corte come a cauda
Correção
Teste vermelho. A cauda fica
A mudança no silêncio derrubou o teste de spam
O agente abriu o cenário do teste vermelho e leu o que a asserção cobria.
Mas espere, o teste é sobre safe, não silenciad. A minha mudança no silenciad não deveria afetar de spam semântico. Correção certa deve manter a exclusão.
A correção mexia no silêncio do corte. O teste vermelho cobria spam semântico, a exclusão de trecho que o roteiro não quer. Uma mudança no silêncio não deveria derrubar esse caminho.
O agente rodou o simulador outra vez, com a correção atualizada na raiz. O teste continuou vermelho.
Problema teste ainda falha. Problema real. Os portes de tribunais cirúrgica perfil são mesclados. Certo. O problema do teste é um spam regressão deliberado.
Os cortes de tribunais, cirúrgica e perfil saíram mesclados. O teste era uma regressão deliberada de spam, um caso plantado para o corte editorial continuar acontecendo. O código novo alargou o que se exclui e misturou o que deveria ficar de fora com o que deveria ficar.
O vibe coding aperta a exclusão
O ajuste que o agente escreveu no vibe coding desta sessão apertou o critério.
Vou ajutar em vez de excluir tudo que é semântico. Excluir só o que é remoção. Deliberada. Deliberada por regravação.
O critério novo exclui remoção deliberada, a que vem por regravação.
Ai ainda falha.
O resumo do job veio depois. Nenhuma das 5 palavras do Thiago perde a cauda no job simulado.
Importante o fix depende do áudio real. O pipeline sempre tem. Sem áudio, o clamp por stamp protege o básico, mas não acauda. O teste de regressão usa o áudio sintético tom com decai que produz cenário.
No meio desse resumo o dump citou o piso da varredura (limear -40 no cutplan, depois -45). A correção de silêncio que o teste atravessou veio da regra de não cortar no fim do vad.
Nenhuma das cinco palavras cortadas pelo Thago agora perde a cauda.
O agente mede o job simulado. Thiago ainda não validou de ouvido.
A validação final é auditiva
O job simulado devolve as 5 palavras com a cauda. O teste de regressão, com tom sintético, não fecha o caso. O dump apontou o próximo passo: rodar um job novo do Autocut com o código corrigido e ouvir o render.
A validação final é auditiva. Quando você validar, a gente faz o merge.
Thiago respondeu: "Então tá." O merge ficou para quando ele validar.
Amanhã, no vibe coding, abra o teste que ficou vermelho só na correção e leia a asserção antes de reverter o código. Se ela pede o corte antigo, mude a asserção. Depois ouça as 5 palavras.
Dá para assistir à live e ouvir o dump do teste que passa no original e falha na correção.