Vibe coding para não colocar etapa que o usuário só observa: a análise sai do trilho
Vibe coding para não colocar etapa que o usuário só observa: Thiago lê análise no trilho, pergunta por que existe se não faz nada, e a análise sai.
Thiago leu o trilho do job e fez vibe coding para não colocar etapa que o usuário só observa. A lista que ele leu era análise, revisão do corte, revisão das legendas, vídeo pronto, pronto para postar. Na análise não havia clique. Ele perguntou por que aquela etapa existia se ele não podia fazer nada nela.
O correto, na regra que ele ditou na hora, é ter apenas etapas em que o usuário pode ir e fazer algo. Análise só se observa, então o próximo prompt tira a análise do trilho.
O trilho começava em análise e não havia o que clicar
Ele leu o que a tela já listava:
análise, revisão do corte, revisão das legendas, vídeo pronto, pronto para postar.
A pergunta veio em cima da análise:
por que existe a etapa análise se eu não posso fazer nada nela? O correto seria ter apenas etapas que o usuário pode ir e fazer algo.
Revisão do corte e revisão das legendas já apontam para uma tela em que dá para mexer. Análise, no trilho que ele leu, não apontava para clique nenhum: ocupava um lugar e não devolvia trabalho. Vídeo pronto e pronto para postar vieram no fim da lista, e ele não os nomeou com verbo.
Na ordem da leitura, análise é o primeiro nome. As 2 revisões vêm depois, já com o objeto do trabalho (corte, legendas). Os 2 prontos fecham a lista. A pergunta dele caiu no primeiro nome, o que parecia etapa e não dava o que fazer.
Vibe coding para não colocar etapa que o usuário só observa
O agente aceitou o corte no desenho e nomeou o defeito:
Tem toda a razão. Isso corrige o design. Etapa análise era um nó que você só observa, não clica, o que contradiz a própria regra. O trilho mostra onde você pode ir fazer algo.
Thiago pediu só etapa com ação. O agente chamou a análise de nó que você só observa, não clica, e disse que isso contradiz a regra: o trilho mostra onde você pode ir fazer algo.
Esse é o jeito do vibe coding nesta sessão. O builder aponta o rótulo que está sobrando. O critério cabe numa frase dele: se eu não posso fazer nada, isso não entra. O agente aceita tirar o nó no próximo desenho. Foi o mesmo caminho de vibe coding para catar feijao num terminal so.
O recorte para no diagnóstico e na regra. A live não mostra a tela já sem a análise. O próximo prompt é que carrega a regra: o trilho não lista o que o sistema faz sozinho.
As 4 etapas que sobram têm clique
Thiago nomeou o que fica, etapa por etapa, pela ação:
Acho que seria isso. Pois corte. Usuário pode editar os cortes. Legenda. User pode editar legenda.
Na fala, corte fica porque o usuário edita os cortes e legenda fica porque o user edita a legenda. Ele completa o mapa com capa (criar ou recriar) e revisão final (enviar ao post). Ficam 4 etapas com verbo, e análise fica de fora com os 2 selos do fim da lista.
O TRILHO
Análise no trilho
Só observa, não clica. Não devolve trabalho
4 etapas com ação
Corte, legenda, capa e revisão final. O usuário vai e faz algo
Na mesma live, como fazer capa de vídeo cobre a etapa de capa que permanece no trilho.
O critério que ele usou nas 4 é o mesmo da pergunta: o nome só entra no trilho se o usuário edita, cria ou envia. No wizard que o agente montar, leia cada etapa em voz alta e diga o clique. A etapa em que a frase vira "eu olho e espero" sai.
O ticket tira do trilho o nó que você só observa
Amanhã o agente pode te devolver um progresso com análise no começo. Leia do mesmo jeito que o Thiago leu e pergunte se você pode ir até aquela etapa e fazer alguma coisa.
O ticket depois dessa leitura tira do trilho toda etapa em que o usuário só observa. Deixa as 4 (ou as que tiverem verbo) e escreve o verbo ao lado do nome. Corte: editar. Legenda: editar. Capa: criar. Revisão final: enviar. Se o agente voltar com análise no começo, a resposta é a frase do Thiago até o nó que você só observa sair do desenho.
Dá para assistir à live e ouvir a leitura do trilho e a pergunta da análise.