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Vibe coding para não cobrar marca e sim crédito no plano agência, com piso 496

Vibe coding para não cobrar marca e sim crédito no plano agência: Thiago deixa solo em 96 com 1 marca, agência no piso 496, e o código ainda limita.

Vibe coding para não cobrar marca e sim crédito no plano agência é a régua que Thiago deixou no blueprint numa live de 158 min em 2026-08-06, no Taurus Hub. Solo fica com 1 marca a partir de 96 e agência entra num piso de crédito de 496, os 2 caminhos na mesma tabela. A vaga da marca não entra na conta.

O recorte da página de 2 cards é o layout com slider. Aqui o recorte é o que sobe no plano. No vibe coding essa escolha aparece cedo, com o produto ainda no papel. Você vê a marca nascer barato, quase de graça em infra, e a tentação é soltar isso no starter ou inventar um preço de vaga. O que ele cobra é o crédito do mês.

A conversa antiga já tinha tirado a marca da conta

A régua de preço ainda estava em aberto, embora o acordo sobre marca já existisse no blueprint. Thiago volta a lives anteriores com a frase torta da transcrição:

no passado tínhamos conversado sobre não limitar os planos de agência com quantidades específicas de marca por agência, porque isso não tem qualquer custo para nós. Eh, isso já está no blueprint para única coisa que sobe no nos planos de agência é a quantidade de créditos.

Abrir mais 1 marca quase não pesa na infra. Ele não coloca número nesse custo de infra; os números da cena são 96 e 496, os do crédito. O custo que ele nomeia é suporte e abuso, com conta vazia no meio da lista. A marca some da conta porque a infra dela quase não existe. O suporte existe, e é esse custo que o piso da agência carrega.

A regra de produto desejada fica assim, ainda no papel: a agência pode criar quantas marcas quiser, e a única coisa que sobe é a quantidade de créditos mensais.

Mesma tabela de crédito, piso mais alto

Solo e agência compartilham o preço do crédito. A agência usa a mesma tabela. O que muda é o chão a partir do qual ela pode assinar.

Preços, mesma tabela de crédito, mesma tabela de crédito. O que escala crédito mês, crédito mês. A diferença é que só olha para a gente não deve ser o preço da vaga da marca.

Eu ouvi ele repetir "mesma tabela de crédito" 2 vezes na mesma fala, e depois "crédito mês" de novo, para quem for copiar a tabela e, no meio do caminho, inventar uma linha de marca extra.

96 fica no solo e 496 fica na agência. Quem precisa de várias marcas sobe de piso, na mesma régua de quem tem 1 marca.

COMPARAÇÃO

Preço da vaga da marca

Soltar no starter ou inventar um preço de vaga

Mesma tabela de crédito

96 no solo, 496 no piso da agência

O arranque de 96 não leva marca 100% solta

O acordo de não limitar marca na agência bate numa ressalva da mesma cena. Soltar marca no pacote barato mistura quem pagou o starter com quem opera várias contas, e o suporte chega sem o crédito que deveria pagar essa operação.

Eu não colocaria marcas 100% limitadas no mesmo arranque barato.

Ele descreve o desenho na hora, sem editar a frase:

Custa de suporte, contas vazias, abuso, desenho limpo é solo, uma marca e agência marcas limitadas ou soft cap elevado, mas o plano agência começa num piso de crédito, não no pacote menino do solo

Soft cap elevado ficou na fala e não entrou no código. O piso de 496 segura o abuso sem criar um preço de vaga: a agência já entra num pacote de crédito mais alto. O solo permanece 1 marca no arranque barato.

No vibe coding o blueprint ainda não é o código

A pergunta sobre o estado do sistema teve resposta negativa.

Pedes valor marca como está implementado hoje? Não. As marcas ainda limitam o tiro.

Ele resume o estado atual numa frase curta: "Os planos ativos ainda amarram preço." A regra desejada está no blueprint. O código de hoje continua limitando marca. Quem for precificar um SaaS com plano agência amanhã leva a régua sem esperar o merge. Escreve no blueprint que a tabela de crédito é a mesma e que a agência começa num piso, não no starter. Depois abre o código e confere se o plano ainda limita marca. Se a linha da marca ainda amarra o preço, o que o cliente ouve e o que o sistema faz são 2 coisas. Thiago conferiu ao vivo, e a resposta gravada foi não. Dá para assistir à live e ouvir ele separar o que quer do que o sistema já faz.