Vibe coding para LGPD: dado no celular, login no Google
No Fumava, vibe coding para LGPD começou pelo mapa: dado da pessoa no celular, e-mail no Google. Martin não guarda; ainda falta deixar mais tranquilo.
Quem busca vibe coding para LGPD nesta live leva um mapa. Martin constrói o Fumava, app para parar de fumar. Em 60 min o chat cobrou a lei. Ele apontou 2 lugares: os dados da pessoa no celular dela, o login no Google.
O Fumava já está na Play Store no post como fazer um aplicativo, e este texto olha o mesmo app pelo lugar do dado.
O chat cobrou LGPD e Martin apontou o celular
O recorte é curto. O chat cobrou LGPD no meio da sessão de 60 min, enquanto o Fumava ainda estava no ar. Martin foi para o que o build já tinha feito com o dado da pessoa.
Eu quebrei isso de LGPD, deixando os dados da pessoa localmente no celular dela. É, mano, tipo, os dados e-mail e tal, quem processa é o Google. Eu não guardo nada disso.
"Quebrei isso de LGPD" é gíria de quem deu um jeito. O tom na live é caminho encontrado. Pessoa no aparelho, e-mail no Google. Martin, no que falou, não guarda nada disso.
A fala cabe inteira no meio do build. Ele nomeou o celular da pessoa e o Google no e-mail, e se tirou do guarda. Quem ouviu a live saiu com esse desenho, sem a página de política por cima.
Vibe coding para LGPD começa pelo lugar do dado
A página de política de privacidade é o recorte do texto da página; aqui o assunto é onde o dado fica.
O que Martin cravou neste caso, no jeito do vibe coding, foi a ordem da pergunta. Antes de descrever coleta, ele disse onde o dado da pessoa mora e quem processa o e-mail: celular dela, Google. Uma página posterior só tem o que descrever se esse mapa já existir.
A busca que chega aqui quer um caminho no meio da sessão, com o modelo aberto. O caminho desta live é a frase que Martin já falou, nomeando os 2 lugares em voz alta e seguindo o build. Quem chega pelo Google leva esse desenho para o próprio app, mesmo sem ter visto a série.
O MAPA
Dado da pessoa no celular dela. E-mail no Google. Ele não guarda nada disso.
O mapa vira restrição na sessão seguinte
Na próxima sessão de vibe coding, a fala inteira entra no prompt como restrição. Dados da pessoa localmente no celular dela. E-mail e tal, quem processa é o Google. Eu não guardo nada disso.
Isso é copiar a boca dele para o prompt. O modelo passa a ter esse mapa quando o assunto for login ou tela. O mapa no prompt é o que a página (o outro recorte) descreve. O texto gerado sem esse mapa fala de uma coleta que você ainda não escolheu.
O concreto que sobrevive é o mapa da citação, pequeno o bastante para colar amanhã. Quem constrói de novo não depende da série do Fumava para repetir essa restrição no próprio app.
Martin não fechou a lei
Ele não vendeu o recorte como lei fechada. A segunda fala veio no mesmo recorte.
Com certeza tem muita coisa que eu poderia fazer ainda em relação a deixar ele mais tranquilo em relação a LGPD, né? Mas sempre vão ter melhorias, né, mano? Sempre vão ter melhorias. Essa aqui é a real.
Tem muita coisa que ele poderia fazer ainda para deixar o app mais tranquilo em relação a LGPD. Sempre vão ter melhorias. O mapa existe. No julgamento dele, o app ainda não ficou tranquilo. Quem copia só "dado no celular, login no Google" e para, corta a frase que ele chamou de real.
O mapa abre a pergunta. Quem para nele trata a fala como selo de lei, e Martin não deu esse selo. A segunda camada vem junto: o desenho que ele nomeou e o que ainda daria para deixar mais tranquilo.
AS 2 CAMADAS
Parar no mapa
Dado no celular, login no Google, como selo de lei
O que ele chamou de real
O mapa existe. O app ainda não ficou tranquilo
Amanhã você pode cravar o mesmo mapa no prompt: dado da pessoa no celular, e-mail no Google, você não guarda. Depois disso ainda sobra o trabalho que ele apontou. A live de 60 min está em assistir à live.