Vibe coding para lançar app primeiro no Android: os 80% do Brasil
Martin chuta 75 a 81% de Android no Brasil e lança o Fumava na Play Store primeiro. iOS só depois que vender. Teste fechado, MRR R$ 0.
No Brasil, vibe coding para lançar app primeiro no Android começa na Play Store. Martin constrói o Fumava, aplicativo mobile para parar de fumar, sem ser desenvolvedor. O MRR está em R$ 0 e o app ainda roda em teste fechado. Na live ele trava a sequência: Play Store agora, iOS só depois que o aplicativo estiver vendendo.
Ele chuta o número e, com isso, decide a ordem. A fala vem com o buraco à mostra: não sabe o percentual de pessoas que usam Android versus iOS no Brasil, mas se não me engano é tipo, sei lá, ó, Android 75 a 81%. É esse público que ataca de primeira. Na frase seguinte a fatia vira 80%, e o iOS espera essa venda.
Primeira coisa: vender na Play Store
Martin começa pela Play Store:
Primeira coisa que a gente vai fazer é vender na Play Store
A loja da venda, no Brasil dele, é a Play Store. O Fumava existe para esse público, e a porta que ele abre agora é essa. Sem ser desenvolvedor, ele ainda assim escolhe a loja antes de trabalhar o canto do iOS. O aplicativo continua em teste fechado, ainda não vendeu, MRR em R$ 0. Quem precisa do rito de publicação já tem como publicar um app na Play Store. Este recorte é outro: qual loja entra primeiro, e qual espera o caixa. Vale ver como isso terminou em keystore android.
75 a 81% na boca, 80% na fatia
O percentual saiu com "se não me engano" e "sei lá" no meio da frase. Martin admite o buraco: não sabe o número de Android versus iOS no Brasil. O que ele tem é a faixa que sai da boca: se não me engano, 75 a 81%.
Android 75 a 81%, então é esse público que a gente vai atacar de primeira
Ele mesmo arredonda no passo seguinte:
Em vez de abraçar o mundo todo, porque não trabalhar na fatia aqui dos 80% de pessoas que usam Android
Abraçar o mundo todo, neste recorte, é lançar nas 2 lojas no começo, Android e iOS juntos, como se o Brasil fosse um bloco só. 75 a 81% vira 80% na boca seguinte: as pessoas que ele estima no Android, a loja que entra agora.
A ORDEM
Abraçar o mundo todo
Lançar nas 2 lojas no começo, Android e iOS juntos
Play Store agora
iOS só depois que o aplicativo estiver vendendo
O mesmo gesto do nicho, agora na loja
Na mesma live ele já tinha recusado abraçar o mercado inteiro quando foi como escolher um nicho. Lá o corte era de gente. Aqui o corte é de loja. O gesto é o mesmo: pega a fatia que consegue atacar de primeira, deixa o resto para quando o produto estiver em pé.
O Fumava ainda nem vendeu. Empurrar o iOS para o mesmo dia seria, na loja, o abraço que ele recusou no público.
No vibe coding, o iOS entra quando o aplicativo está vendendo
O vibe coding do Fumava deixa o iOS na condição que Martin falou na live:
Aí depois, beleza, o aplicativo tá vendendo, aí a gente trabalha aqui o canto do iOS
O iOS entra como canto, e só depois que o aplicativo estiver vendendo. A condição é essa venda, e no Fumava ela ainda não existe. Enquanto o teste fechado não vira gente pagando, o iPhone espera e o MRR continua R$ 0.
Amanhã, se o app é para o Brasil, abre a lista de lançamento e escreve Play Store na linha de agora. Na linha de depois, iOS, com a condição que ele usou: quando o aplicativo estiver vendendo. Se o seu número for o chute dele, a casa é 75 a 81%, arredondado para 80%. O Fumava ainda não testou essa ordem no caixa: MRR em R$ 0, teste fechado. O iOS dele ainda não começou, porque a venda ainda não aconteceu.
Quem quer ouvir o "se não me engano" e o "abraçar o mundo todo" pode assistir à live.