Vibe coding para deixar o aluno pular a aula
Pastores acionam o suporte para ir à próxima aula do curso de células. Jhonatan deixou o aluno pular o que já sabe, senão o suporte vira o player.
Deixe o aluno pular a aula que ele já sabe. Se o player segura a pessoa na aula conhecida, ela aciona o suporte e pede a próxima. O ticket passa a operar o curso e o suporte vira o player.
Jhonatan ouviu esse pedido da igreja. O time usa uma plataforma que ele chama de muito boa. O processo dessa plataforma tem tanta coisa que o pastor e o senhor não entendem como pular a aula. O conteúdo conhecido fica para trás. O caminho que sobra é procurar o time.
eles não precisam assistir aquela aula e aí eles acionam a gente porque eles querem ir pra próxima aula.
O pastor aciona o suporte para ir à próxima aula
O recado que chega pede a aula seguinte. O pastor já conhece o tema. A plataforma que o time usa não entrega o pulo de um jeito que ele encontre. Ele aciona quem construiu o curso e o time passa a explicar o processo no lugar da tela.
Jhonatan nomeia o que o produto deveria permitir:
ele literalmente pode pular a aula porque alguns cursos não precisa.
Alguns cursos não exigem assistir tudo. O aluno pode avançar. Se o produto esconde esse avanço, o time explica o pulo ou empurra a aula seguinte no lugar do usuário. Cada aula conhecida vira uma conversa. O vídeo já está gravado e o tempo que some é o de quem atende o pastor que só quer o botão.
QUEM OPERA O CURSO
Player segura a aula
O pastor aciona o suporte e pede a próxima. O suporte vira o player
Pulo à vista
O aluno avança. O skip fica no caminho que o senhor encontra sem ligar
A mesma persona já apareceu quando um vibe coder não pede verificação.
O curso de células que o pastor já sabe
O exemplo que ele dá é o curso de células. O pastor já conduziu célula e já sabe o conteúdo da aula que o player colocou na frente.
A gente tem cursos de células, por exemplo, que aí às vezes é coisa que ele já sabe, pastor já sabe
Ele não quer assistir aquilo. Procura o time para saber se existe um jeito de pular. A fala dele é essa: o pastor procura a gente para saber se tem isso. A pergunta que chega é se o pulo existe. O curso de células é o caso em que a trilha obrigatória briga com a experiência de quem já faz o trabalho na igreja.
No curso do pastor, a aula conhecida é obstáculo. O aluno experiente precisa do avanço. Sem o pulo visível, a pessoa que mais conhece o tema vira a que mais aciona o time.
O processo da plataforma boa tem tanta coisa que o pulo some no meio. Jhonatan falou isso no mesmo recorte: o pastor e o senhor não entendem muito como faz o processo, como que pula a aula. O skip fica em algum menu que o pastor não encontra na tela.
Vibe coding pela perspectiva do pastor
Jhonatan falou o critério com que montou o sistema dele:
eu já criei tudo com base nas perspectivas que os pastores têm
A decisão sai da plataforma que o time já usa. Ela é boa e também é cheia. O pastor se perde no processo e liga. No sistema dele, a tela precisa fazer sentido para quem já pastoreia célula.
Ele mesmo comparou com Netflix. Para um cara cabuloso fazendo um curso de vibe code, esse molde funcionaria. Também disse que, para o público dele, esse molde não atenderia. No vibe coding da plataforma dele, a perspectiva do pastor entra no pedido antes do layout do player.
Ele fecha o recorte dizendo que o sistema é muito para o público dele. Com essa frase no pedido, o skip fica no caminho que o senhor encontra sem ligar.
Esse é o jeito do vibe coding quando o aluno já sabe o capítulo: você escreve a persona no pedido e deixa o pulo à vista.
Amanhã o pulo fica na tela do curso
Amanhã abra a aula que o seu aluno já conhece e veja se o pulo está na tela. Se a pessoa precisa perguntar se tem isso, o skip ainda está no menu que só o time encontra.
Dá para assistir à live e ouvir o pastor que aciona o time para ir à próxima aula, e o "ele literalmente pode pular a aula".