VIBE IN PUBLIC_

Tokens do Claude: como um vibe coder fecha a janela que já gravou

18 janelas de 1 milhão no Opus viraram 15 milhões de tokens do Claude. Martin fecha a que já gravou no disco para não pagar contexto de novo.

Os tokens do Claude somam janela a janela. Cada uma no Opus carrega 1 milhão; se a sessão vai até o fim, a conta é a pilha das janelas, não a da tela aberta. Martin estava na 18ª janela quando leu o número: 15 milhões de tokens. Ele fez a ressalva na hora, nem toda janela tinha ido até o final, por isso 15 milhões e não 18 milhões.

A auditoria de segurança rodava em paralelo. No começo da sessão a barra mostrou 24% só de janela de contexto antes de compactar. Ele recusou compactar e falou em chamar uma janela nova para consertar. Já existia outra janela aberta com os itens 69, 70 e 71 do roadmap, não da auditoria. Ele ainda não tinha o relatório no disco. Fechar a que já concluiu, quando o arquivo gravar, evita reenviar ao contexto o que o disco guardar.

A conta das 18 janelas no Opus

No meio da sessão ele olhou o histórico e leu a conta:

São 15 milhões de tokens porque a janela é 1 milhão no Opus

Ele estava na 18ª e não cravou o tamanho de memória: "É 1 milhão. Não lembro agora. Deixa eu dar uma olhada aqui." Conferiu na tela: era 1 milhão no Opus. As que foram até o fim, não as 18 inteiras, somam os 15 milhões. No vibe coding com Opus, a sessão aberta mostra o custo daquela janela. A auditoria ainda rodava nessa 18ª.

Na mesma tela, os créditos ainda marcavam 74% diamante. Enquanto a auditoria rodava, ele falou o risco: "É capaz de, cara, gastar meus créditos tudo aqui rapidinho".

Recusar compactar aos 24%

No começo da sessão ele viu a barra de contexto, ainda com crédito na conta:

Desculpa, agora que eu vi que tem 24% só de janela de contexto antes de compactar e eu não quero que compacte. Enfim, provavelmente eu vou chamar numa nova janela para consertar isso.

Ainda nos 24%, antes da compactação, ele falou em chamar uma janela nova para consertar o que ainda faltava. A fala de fechar veio quando o trabalho daquela janela acabou:

vou fechar a outra janela porque ela já concluiu o trabalho dela.

2 janelas abertas ao mesmo tempo, uma da auditoria e outra do conserto; a que concluiu ele fecha para não cobrar contexto nas 2.

Quando o vibe coding já gravou no disco

Antes de fechar, o arquivo `segurança.md` ainda não estava no disco. Ele pediu o prompt para passar na mesma janela da auditoria. Enquanto o arquivo não estava no disco, a janela ainda era a fonte da auditoria. Depois de gravar, reenviar aquele texto no contexto cobra de novo o que o arquivo já guarda.

Na tela da auditoria apareceu a lógica (voz do agente, não fala do Martin): continuar nela seria pagar contexto por informação que já está no disco. A próxima janela deve pegar o item 67, não o 4749. Ele seguiu e fechou a que concluiu. Quem relê o histórico da janela velha traz o 4749 de volta para a conta; a nova parte do 67, com o markdown no disco. O relatório tinha 36 itens já escritos; 69 não está nessa lista.

DEPOIS DE GRAVAR

Deixa aberta

Relê o histórico. O 4749 volta para a conta

Fecha

A nova parte do 67, com o markdown no disco

A próxima janela começa no que falta

Amanhã, no vibe coding, o próximo prompt na janela velha só faz sentido se o arquivo ainda não gravou. Se já gravou, fecha aquela e deixa a nova ler o disco. 69, 70 e 71 continuam na janela do roadmap, a paralela aberta no começo.

Contexto do Opus, com janela de 1 milhão, vira 15 milhões quando você empilha 18 sessões e deixa as que já gravaram abertas.

Dá para assistir à live e ouvir a conta dos 15 milhões e o "vou fechar a outra janela".