Pseudonimizados: João vira pessoa 1 e volta depois da IA
João vira pessoa 1 e o nome fica no cofre. A IA escreve a minuta com placeholder. Depois o dado volta para colar no PJE e no Projude.
Quando o nome da parte entra no prompt, o dado já saiu. ia.de.gabinete, assessor de gabinete, mostra o caminho que segura João fora da IA. O Velário (o nome ainda oscila para Velarum) troca cada João por pessoa 1, guarda o original num cofre e deixa a minuta nascer com o placeholder. João só volta na hora de colar no processo.
Eu vi essa ordem na tela. Toda vez que aparece João, vira pessoa 1. Maria vira pessoa 2. CPF vira CPF1 ou CPF3. A IA escreve em cima dos rótulos. O nome original só volta depois, na ferramenta, para o PJE e o Projude.
Toda vez que João aparece, vira pessoa 1
Ele salva o arquivo e a ferramenta faz o tarjado. O lugar que estava amarelinho ganha uma tarja preta em cima do nome. Todos os nomes entram nessa troca. O texto que segue para o modelo já chegou sem o nome.
Toda vez que aparecer João é ele vai ser a pessoa um. Se aparecer Maria vai ser a pessoa dois.
A regra não muda de página. João, em qualquer ocorrência, é pessoa 1. Maria é pessoa 2. O processo vira processo 3. Na tela ficou processo 3, pessoa 5, pessoa 6. Quem lê o PDF tarjado ainda reconhece o recorte, e o modelo recebe só o rótulo.
você pode guardar esses nomes num cofre
O cofre fica na ferramenta. Os nomes saem do documento e entram ali. Se o PDF cru vai para o chat, João vai junto. O arquivo que ele manda para a IA já passou pelo cofre e chegou com os nomes pseudonimizados: pessoa 1 no lugar de João.
A minuta nasce com placeholder e João volta no cofre
Ele descreveu o uso na inteligência artificial. A minuta, a peça, chega com pessoa 1, pessoa 2, CPF1, CPF3. Você joga esse texto de volta na ferramenta, acessa o cofre, e o rótulo desfaz.
na onde tem pessoa um, vai virar João
Onde tem pessoa 2, vira Maria. Ele mostrou a transformação na própria ferramenta. A minuta com pessoa 2 entra, o cofre abre e o nome volta. O texto sai pronto para o PJE e o Projude, já sem anonimização, porque lá o processo está em segredo de justiça. No chat ficou pessoa 1 e no processo volta João. Ele disse que vai ser clean, e que quando você põe no processo é como se você tivesse analisado mesmo e feito ali a mão. Foi o mesmo caminho de vibe coding para resetar a cota as 18h.
JOÃO FORA DA IA
- 01A ferramenta faz o tarjado. João vira pessoa 1
- 02Os nomes saem do documento e entram no cofre
- 03A minuta nasce com pessoa 1, pessoa 2, CPF1, CPF3
- 04Jogue o texto de volta na ferramenta e acesse o cofre
- 05Onde tem pessoa 1, vira João. O texto sai pronto para o PJE e o Projude
Markdown para a IA, PDF tarjado para quem lê
Ele separa o arquivo que alimenta o modelo do arquivo que uma pessoa olha.
Eu gosto de salvar em MarkD porque é a melhor forma da gente utilizar na inteligência artificial
Markdown entra no chat. Ele cita a economia de tokens e manda jogar o arquivo Markdown lá, já com pessoa 1. O PDF tarjado fica para questão visual, se quiser compartilhar com outra pessoa. A tarja preta cobre o nome para o olho humano, e o placeholder é o que a IA usa para escrever a minuta. Se o PDF cru for para o chat sem o cofre ter rodado, o nome vai junto.
O vibe coding manda o nome se o cofre não rodar
No vibe coding o gesto comum é soltar o processo no agente e pedir a peça. O nome viaja no mesmo arquivo. O fluxo que ele gravou muda a ordem: o cofre roda antes, o modelo escreve em cima de pessoa 1 e a restauração acontece só na hora de colar. A ferramenta guarda a correspondência entre João e pessoa 1. O agente recebe pessoa 1, e João fica no cofre até a colagem no PJE.
A mesma sessão já rendeu o recorte de IA local.
Amanhã, antes de colar um processo no chat, rode o cofre e deixe João fora do prompt. Restaure o nome só na hora de colar no PJE. A fala em que ele descreve o cofre e o retorno do nome está gravada. Dá para assistir à live nesse recorte.