VIBE IN PUBLIC_

O que é high ticket e por que um vibe coder abre a carteira em R$27

High ticket, no caso dele, é acompanhamento acima de R$3.000 na entrada. No vibe coding ele abre a carteira com R$27, R$47 e R$67 e deixa o caro para depois.

High ticket, no caso de Emanuel Limeira, é o acompanhamento e a prestação de serviço acima de R$3.000 logo na entrada. Ele falou isso para o Renildo com o site novo ainda no localhost, loja e Pix sendo montados na hora. A loja que ele constrói com vibe coding abre com produto de R$27, de R$47 e de R$67. O acompanhamento de R$3.000 fica para quando houver valor agregado.

COMPARAÇÃO

High ticket

Acompanhamento de R$3.000 logo na entrada

Abre-carteira

Loja abre com R$27, R$47 e R$67

A receita da série ainda é R$0,00. Na tela, o checkout de produto menor já gera QR de Pix no localhost.

High ticket, no acompanhamento dele, é R$3.000 na entrada

Emanuel diz:

Eu sempre fui o cara do High Ticket, tá, Renildo? Eu gosto de um cliente que me paga acima de 3.000 logo na entrada.

Na prestação de serviço ele tem outros valores. No acompanhamento, gosta que seja high ticket. O motivo veio na frase seguinte:

"Um cliente que paga mais, ele te valoriza mais. Um cliente que te paga pouco, ele não te valoriza."

O próprio cara do high ticket ditou R$27, R$47 e R$67 para a loja nova.

No vibe coding a loja abre em R$27

Ele está saindo do WordPress e reconstruindo emanuelemeira.com.br ao vivo: loja, blog, Stripe, Pix. No servidor local a integração já está pronta e gera QR. Eu vi ele entrar como usuário, escolher o produto "prompt viral", clicar em gerar e o Pix aparecer. Fez o checkout ontem, internamente, e mostra agora.

O plano da meta:

primeiro criar produtos de baixo ticket de abre carteira e depois criar produtos a ticket com valor agregado para aumentar o ticket médio

Os preços de abre-carteira ele lista em voz alta: "produto de 27, produto de 47, produto de 67". Produtos menores, dentro do site. Hoje, diz, é simples fazer produto menor. Ninguém comprou ainda. O QR no localhost é o máximo de prova de checkout que a live entrega, e o script de vendas para quem paga mais caro fica para o alto ticket.

A ORDEM

Primeiro produtos de baixo ticket de abre-carteira. Depois produtos com valor agregado para aumentar o ticket médio.

O desafio high ticket também sai a R$47

A prova da ordem está no evento que ele está colocando à venda. Domingo, dia 6, desafio high ticket, 9h35, 5 horas. O tema: "como construir a estrutura para vender high ticket todos os dias". O preço de entrada:

"Não é grátis. R$ 47."

Para quem quiser a gravação, "vai custar R$ 97 a mais". A página que a IA montou veio com "5 aulas ao vivo". Ele mandou tirar na hora: "Imagina ficar dando cinco aula ao vivo aqui." Trocou por 5 horas. No sábado tem outro evento, workshop de IA das 9h30 às 17h, também a R$47. A página chegou a sair como gratuita e ele corrigiu: vai ser pago. Tráfego pago nos dois.

A diferença que o domingo pretende ensinar ele resume assim:

"Para você vender barato existe uma técnica e para você vender caro existe outra técnica."

Ele cobra R$47 de ingresso num desafio cujo tema é construir a estrutura para vender high ticket todos os dias, com a gravação a R$97 a mais. Quem entra leva ainda a extensão Sideral, ferramenta de prospecção automática, no pacote.

O que colocar na prateleira amanhã

Se você está no vibe coding e o primeiro número que veio à cabeça foi R$3.000, use a ordem que o Emanuel ditou na live. Escreva o produto que alguém compra hoje com pouco atrito, R$27 ou R$47. Deixe o acompanhamento de R$3.000 para quando o valor agregado existir de fato.

A Lei 4 cabe aqui: hora vendida tem teto, produto não. O acompanhamento de R$3.000 continua no mapa dele. A loja nova é o outro braço, o que escala sem ele ficar na sala o tempo todo.

Amanhã o teste cabe no checkout: um produto de R$27 ou R$47 cujo QR de Pix saia de verdade, sem reunião no meio. Dá para assistir à live e ver o Pix do prompt viral aparecer no localhost, e a página do sábado sair gratuita até ele cravar R$47.