Funil de vendas o que é no vibe coding: de 100, 1 compra o sonho
Danilix desenha o funil na aula ao vivo: porta a R$ 17, curso sozinho, mentoria de 2.000, no topo você faz por ele. De 100, 1 compra o sonho.
Danilix desenhou o funil no quadro da live para quem quer vender automação de IA no WhatsApp para médico. Funil de vendas o que é, nesta aula: o produto de R$ 17 é a porta. Quem entra ali compra conhecimento. O negócio fica no topo, quando você faz o serviço por ele. Ele pediu para contar 100 na entrada: 10 compram o curso, 2 a mentoria, 1 o sonho. Essa proporção saiu da aula, como desenho de lousa, não como métrica do SaaS que ele construía na sessão.
A plateia vendia hora. Ele cortou o modelo no meio da explicação: o serviço não escala. Se o anúncio parece caro, o problema ainda pode ser a ausência do caminho até o melhor produto.
O médico perde 50% e o serviço não escala
O cliente do caso é um médico. O buraco está na secretária.
O teu cliente ele é um médico, tá? E esse médico ele tem um problema hoje que ele perde, tá? 50% das conversões dele, porque a secretária dele é ineficiente.
50% das conversões somem no atendimento. A oferta que a plateia quer vender entra nesse buraco: automação no WhatsApp e no CRM, a fila que a secretária não dá conta. Danilix não lia o dashboard de um consultório fechado. Montava o problema para desenhar o funil em cima. Isso aparece também em vibe coding para benchmark com os seus prompts reais.
O produto que essa plateia já sabe vender é o serviço, implementar e fazer por ele desde o primeiro contato. Ele nomeou o limite:
o serviço não é escalável
Cada médico novo come a semana de quem só vende hora. Sem os degraus de baixo, quem vende só a implementação continua preso na hora de cada médico. O mesmo problema apareceu em vibe coding para precificar usando referência de hábito.
O MODELO
Vender só hora
Cada médico novo come a semana. O serviço não escala
Funil até o sonho
Porta a R$ 17. No topo, você faz por ele
R$ 17 na página de obrigado, depois o curso e a mentoria
A porta entra na página de obrigado.
Aqui tu tá vendendo um produto de R$ 17. na página de obrigado. [...] aqui tu vendeu o conhecimento
R$ 17 vende o conhecimento do problema da secretária, o mesmo buraco dos 50%. Quem paga R$ 17 leva o conhecimento da página de obrigado e ainda está longe da implementação.
O degrau seguinte ele inventou na hora, e marcou como invenção:
Aí aqui você vai vender 497, vamos supor, tá?
497, vamos supor, é o curso. O médico faz sozinho. Esse 497 ficou no vamos supor da aula, o número que ele usou para desenhar o degrau em que o cliente aplica o conhecimento sem você.
A mentoria sobe o ticket e muda quem executa.
tu quer comprar minha mentoria aqui de 2.000 e eu te ajudo e eu te oriento como a você fazer aplicação
2.000 é orientação. Ele senta com o médico e conduz a aplicação. Ainda falta o topo. Vale ver como isso terminou em onboarding de cliente.
Até aqui ele vai fazer sozinho. Até aqui ele vai fazer contigo. E aqui em cima tu vai fazer por ele.
Porta a R$ 17. Curso, 497, vamos supor, sozinho. Mentoria de 2.000, contigo. No topo, você faz por ele. Esse desenho é a definição que ele deu na lousa.
De 100 na porta, 10 sobem, 1 compra o sonho
A conta da lousa veio em voz de aula.
Aqui entra 100 pessoas, certo? [...] dessas 100 pessoas, 10 compram teu curso, [...] Duas compram a mentoria e uma compra o teu produto de sonho.
Na conta da aula, das 100 da porta sobem 10 para o curso, 2 para a mentoria e 1 para o produto de sonho. Ele repetiu o recorte do topo:
a cada 100 clientes low ticket, tu tem um cara high ticket para comprar de ti
Essa razão saiu do quadro da aula, sem relatório do produto que ele construía. Serve para mostrar por que o ticket de R$ 17, sozinho, não carrega o mês, e por que o anúncio não se julga só na primeira compra. Isso aparece também em limite claude.
Quem julga o anúncio só no produto de R$ 17 está julgando a porta, o degrau que existe para achar o 1 que quer o serviço feito por você. O mesmo problema apareceu em comparar produto.
Ele nomeou o problema no quadro:
O teu problema é funil. Funil é exatamente o que eu acabei de explicar. Isso aqui é um funil até tu vender o teu melhor produto.
O melhor produto é o topo, você fazer por ele, e o serviço que a plateia já vende fica no fim da escada.
No vibe coding, desenhe o funil até o melhor produto
No vibe coding de um SaaS que ainda vende hora, o primeiro impulso vai para o anúncio. Danilix manda desenhar os degraus antes do clique, até o produto que você faz por ele.
Amanhã, no vibe coding do seu produto, se o que você vende é implementação, conte 100 na porta antes de mexer no anúncio. Porta a R$ 17 com conhecimento na página de obrigado. Curso para o cliente fazer sozinho. Mentoria para fazer com você. No topo, você faz por ele. O sonho é 1.
CONTE 100 NA PORTA
- 01Conte 100 na porta antes de mexer no anúncio
- 02Porta a R$ 17, conhecimento na página de obrigado
- 03Curso para o cliente fazer sozinho
- 04Mentoria para fazer com você
- 05No topo, você faz por ele. O sonho é 1
Dá para assistir à live e ouvir ele contar os 100, os 10, os 2 e o 1 no mesmo recorte em que diz que o serviço não é escalável.