Expo Go ou emulador Android Studio no vibe coding: o que decide é a RAM
Martin perguntou como ver o app sem publicar e recebeu a recomendação para iniciante. Ao dizer que a máquina dele tem 32 GB de RAM, a resposta virou de lado. O que a live mediu depois.
Martin perguntou como ver o app sem publicar e recebeu a recomendação para iniciante. Ao dizer que a máquina dele tem 32 GB de RAM, a resposta virou de lado. O que a live mediu depois.\n\nA recomendação padrão para quem está começando é usar o Expo Go, porque o Expo Go roda rápido e não depende de máquina pesada. Você escreve código, bate enter, e o app atualiza no telefone em segundos. Martin recebeu essa recomendação quando perguntou ao agente como testar o Fumava sem publicar.\n\nMas aí ele mencionou que tinha 32 GB de RAM:\n\n> \"Aí fui conversando com o agente. Falei: 'Ó, eu tenho 32 GB de RAM na máquina.' Aí tipo a resposta mudou de lado.\"\n\nO agente inverteu a recomendação: emulador Android Studio, não Expo Go. E se ele tem RAM de sobra, o emulador é de verdade, porque dá acesso a mais funcionalidades do Android que o Expo não expõe.\n\nA diferença entre as duas respostas é que a primeira era universal (o que funciona para todos os iniciantes), e a segunda era customizada para Martin (o que funciona melhor para quem tem recursos). É assim que o vibe coding funciona na prática.\n\n## A pergunta que abre a customização\n\nO agente não ofereceu o emulador de primeira porque oferecê-lo para quem tem máquina fraca seria conselho ruim. Quem tem 4 GB de RAM e lê \"use Android Studio\" vai passar os próximos 20 minutos assistindo a barra de progresso preencher enquanto o emulador inicia.\n\nMartin precisa saber que existe uma resposta customizada porque tem recursos para ela. O agente sabia disso se perguntasse, mas não perguntou enquanto o contexto não chegou. A informação de RAM não apareceu até Martin mencionar.\n\nMesmo padrão aparece em prova de que a tarefa foi feita no vibe coding, onde Martin reescreve o critério depois de ver o artefato, e em guardrails no vibe coding, onde ele vê a textura aparecer e adiciona o guardrail verbalmente.\n\nTambém em criar conta de desenvolvedor Google Play, onde Martin tenta um caminho, encontra burocracia, e volta por outro mais rápido depois de conversar. E em vibe coding para copiar onboarding de concorrente, onde ele tirou 40 prints para extrair a lista de campos. E em estimativa no vibe coding, onde requisitos bem definidos deixam a estimativa mais realista. E em como usar vibe coding para planejar antes de delegar, onde o escopo travado evita retrabalho.\n\n## Máquina fraca é restrição real\n\nMartin mediu o tempo depois de levantar o emulador:\n\n> \"E aí a gente viu quanto que consome. Quando eu abro o emulador Android, só de sentar ali, sem nenhum app... tá usando 15 GB.\"\n\nQuinze de trinta e dois. Sobra dezesseis para o Android Studio, o código, o navegador, Slack, e tudo mais que está rodando. No computador de alguém com 8 GB total, o emulador sozinho derruba metade da RAM disponível, e a máquina trava.\n\nPor isso a recomendação para iniciante é sempre Expo Go. Não é inferior, é proporcional ao que a maioria das máquinas aguenta.\n\n## O que isso muda no seu vibe coding\n\nSe você está começando um projeto de app e tem pouca RAM, use Expo Go, porque funcionará. Se tem RAM de sobra, você ganha acesso a mais funcionalidades do Android, que o Expo não oferece. A decisão é simples: olhe quanto tem de RAM, divida por dois, e se ainda sobrar 8 GB, você pode ligar o emulador sem culpa.\n\nMas há uma segunda pergunta que vale fazer ao agente antes de escolher: quais funcionalidades do Expo Go vocêVai precisar nos próximos 30 dias? Se a resposta for \"só as básicas\", Expo Go com 2 GB de RAM é suficiente. Se a resposta for \"geolocalização, câmera, notificação de fundo\", aí você precisa do Android Studio mesmo, e precisa de máquina para aguentar.\n\nDá para ver a medição ao vivo na live e entender quanto cada ferramenta come de recurso quando está rodando."