Como fazer colaboração no Instagram com as 20.000 do perfil pessoal
Martin criou o Instagram do Fumava e decidiu 2 perfis: conteúdo no pessoal (quase 20.000) e collab com o produto, ainda por executar.
O Instagram do produto nasce como conta recém-criada, vazia. Martin fechou o jeito na live de 60 min do Fumava, o app para parar de fumar: 2 perfis. O conteúdo sai no Instagram pessoal, que já tem quase 20.000 pessoas. Ele decidiu que o perfil novo entra em colaboração para direcionar quem já segue o builder, sem executar o post conjunto nesta sessão.
Foi nesta live que ele chegou em como fazer um aplicativo; daqui pra frente o problema é distribuição.
A conta do produto existe para entrar na collab
Martin abriu o Instagram do Fumava com o e-mail [email protected]. Ficou na dúvida entre conta comercial e conta normal porque vai fazer tráfego pago. Pediu uma bio de 2 ou 3 linhas, com emoji no início de cada linha. O Instagram recusou salvar a bio no celular e no computador, com a mensagem "Ocorreu um erro, tentar novamente." Sem a conta do produto, não há collab. Ele criou a conta e decidiu o arranjo.
Conteúdo no pessoal, collab no Fumava
Ele fechou 2 perfis: o do produto recém-criado e o pessoal com quase 20.000 pessoas. No recorte, como fazer colaboração no Instagram é essa ordem: o conteúdo sai no pessoal e o Fumava entra marcado.
A produção de conteúdo, provavelmente, eu vou fazer no meu Instagram pessoal, mas vou marcar e fazer em colaboração com o perfil da Fumava, né?
A conta nova está vazia; as quase 20.000 já estão no pessoal, e é esse desnível que a collab do Instagram cobre no post conjunto que ele planejou.
Como eu nesse aqui eu tenho bastante seguidor, eu vou usar esse aqui para criar conteúdo e vou fazer em conjunto, né, colaborar com o perfil do fumava. Então essa que vai ser a principal estratégia, criar conteúdo em colaboração, criar conteúdo no meu pessoal para direcionar essas quase 20.000 pessoas para cá também.
"Essa que vai ser a principal estratégia." Ele repetiu o arranjo até ficar explícito: criar no pessoal e colaborar com o fumava, para direcionar as quase 20.000 ao perfil do produto. Tráfego pago entra depois, e por isso a dúvida comercial versus normal ficou no ar. A collab com o que já existe vem primeiro no plano.
Se Martin postasse só no @ do Fumava, as quase 20.000 do pessoal teriam que achar o handle novo sozinhas. No plano, a collab inverte esse fluxo: quem já segue o builder veria o conteúdo no feed de sempre, com o perfil do app no crédito.
O FLUXO
Só no perfil novo
Quase 20.000 no pessoal. Handle novo para achar sozinhas
Conteúdo no pessoal + collab
No plano, quem já segue vê no feed de sempre. App no crédito
Distribuição no vibe coding: 2 perfis e uma collab
No vibe coding o app sai rápido e o canal, se nascer vazio, pede trabalho de audiência numa conta recém-criada. Martin tratou o Instagram do Fumava como peça do mesmo build. Criou a conta e travou na bio. A decisão foi usar o perfil de 20.000 no handle novo, em vez de postar só na conta vazia. Isso aparece também em nicho instagram.
Se a distribuição ficar para depois, o Fumava pede seguidor num perfil vazio. A collab, no plano, usa as 20.000 que já estão no pessoal, e o vibe coding desta live foi fechar de qual perfil sai o conteúdo.
No plano, o conteúdo segue com a cara de quem já fala no pessoal, e o produto entra no crédito da collab quando o post conjunto existir. Para um app de hábito como o Fumava, a pessoa que já acompanha o builder ouve o mesmo tom, e o perfil do app receberia o redirecionamento e continuaria existindo para quem chega.
Amanhã, se o seu app for ganhar Instagram, não trate a conta nova como canal único. Crie ela com o e-mail do produto e resolva comercial versus normal se houver tráfego pago. A bio de 2 ou 3 linhas pode esperar o save da plataforma. Depois abra o perfil que já tem gente e planeje o conteúdo de lá, em colaboração com o handle novo. É o que Martin decidiu ao vivo, sem executar a collab nesta sessão. Para ver a dúvida da conta e a frase da estratégia no mesmo recorte, assistir à live.