Comandos Claude Code no vibe coding: /goal até a condição, /loop só repete
Nos comandos Claude Code, /goal trabalha até a condição e /loop só repete. Danilix escreve o PRD da feature, solta o /goal e só volta quando concluir.
Nos comandos Claude Code, /goal trabalha até a condição e /loop só repete. Danilix explica deitado para o Ricardo, com um PRD de uma feature que queria implementar no SaaS. O /goal só vem até você quando concluir tudo daquela parada.
Ele costuma fazer uma documentação e executar /goal em cima; a condição que o comando precisa está nesse PRD. A feature ainda ia entrar no sistema, e o documento é o que ele escreveu antes de mandar o comando.
/goal até a condição, /loop no ciclo
Então, por exemplo, se que tem a mentalidade deve, eu fiz um PRD de uma filtry que eu queria implementar aqui no sistema e ele só vem até você quando ele concluir tudo daquela parada, entendeu? Ele é diferente do barra loop. O barra lupa ele é diferente, ele vai ficar num ciclo repetitivo daquela parada, entendeu?
Filtry, na fala, é feature. Barra lupa é /loop. Na mesma parada, /loop permanece no ciclo repetitivo e /goal só volta quando concluir tudo.
Ele lê a descrição do comando. Cloud e Cláudio, na fala, são Claude. I, na fala, é IA.
Ó, o comando Go no Cloud, ele permite que a I trabalhe de forma autônoma em uma tarefa até atingir o objetivo específico. Você define uma condição clara e o Cláudio executa turnos sucessivos sozinho com o sistema avaliador checado. O progresso. Você tá entendendo, Ricardo? sem você precisar de novos comandos a cada etapa, entendeu? Essa é a função do barra goal.
Barra goal, na fala, é /goal. Você define a condição clara. O Claude executa turnos sucessivos sozinho e o sistema avaliador checa o progresso, sem comando novo a cada etapa.
E é um comando muito bom, né, que você dá uma autonomia por turnos no cloud, então ele vai executar as ações, vai rodar testes, vai editar o os códigos até aquela meta ser cumprida. Então, por exemplo, eu costumo fazer uma documentação e executo barra goal.
Autonomia por turnos, no recorte dele, é o modelo executar ações, rodar testes e editar código até a meta, com a documentação escrita antes do comando.
OS 2 COMANDOS
/loop
Ciclo repetitivo daquela parada
/goal
Até a condição. Turnos sozinho, avaliador checa o progresso, sem comando novo a cada etapa
Escreva o PRD da feature e seja específico
Então, cara, aí você tem que ser bem específico na hora de dar o comando barrago.
Barrago, na fala, é /goal. O que ele tinha mostrado para o Ricardo é o PRD da feature no SaaS: o documento da parada que queria implementar, e o comando em cima desse documento.
No vibe coding dele, a documentação é a entrada. O PRD carrega o objetivo específico e a condição que o avaliador checa. Danilix pede especificidade para o Ricardo porque o /goal, na descrição que ele leu, trabalha de forma autônoma até esse objetivo. A live não mostra o texto interno daquele PRD. O gesto que dá para repetir é escrever a feature até a condição ficar clara e só então executar /goal.
Comandos Claude Code no vibe coding quando o /goal está rodando
Eu botei um barra go para rodar aqui.
Barra go é /goal. Ele tinha dormido no meio da explicação, pausou a Netflix e olhou o que o /goal fez. O recorte não diz o que saiu no código, se passou ou se falhou. Mostra o PRD da feature e o /goal rodando; ele sai e volta para olhar.
No vibe coding de um SaaS, esse é o uso dos comandos Claude Code quando a feature já tem PRD, e o modelo segue em turnos sozinho até a condição. A mesma live tem o recorte de não comprar Claude Code ilimitado de proxy. Foi o mesmo caminho de codex vs claude code.
Amanhã escreva o PRD da feature com a condição de parada no texto e execute /goal em cima. Dá para assistir à live e ouvir o "só vem até você quando ele concluir tudo daquela parada" e o "você tem que ser bem específico na hora de dar o comando".